30 abril, 2019

Culinária Capixaba - Tradição e Cultura

Não se pode negar que visitar um local sem experimentar sua gastronomia é a mesma coisa que ir a uma praia e não entrar em suas águas. Os sabores, cultura e tradições locais são cuidadosamente repassados nas receitas dos pratos típicos. No Espírito Santo, não seria diferente. A Culinária Capixaba tem uma forte relação com a pesca, herança indígena e negra. Com a imigração dos povos europeus, foram somados as massas e a polenta  (italianos) e o bacalhau (portugueses), embora os pratos a base de pescado nunca terem perdido a sua força na culinária capixaba.

Moqueca Capixaba - Gaeta - Meaípe (Guarapari/ES)

Devido ao seu tamanho continental, diversidade de colonização e imigração, não podia-se esperar que no Brasil houvesse um único prato típico que conseguisse representar toda a riqueza deste país. Por isso, a culinária regional ganha força nas regiões e estados brasileiros, apresentando suas tradições em forma de sabores e aromas. E pensando nesta diversidade, o tema da Culinária Regional foi o escolhido para a Blogagem Coletiva do mês de Abril. Então ao ler este post prepare-se para já querer experimentar um pouco deste Brasilzão!

Falar de cultura gastronômica do Espírito Santo e esquecer que o estado possui cerca de 400 quilômetros de praia não faz muito sentido. Isso porque boa parte da gastronomia encontra no mar e nos rios seu principal ingrediente - o pescado. E a infinidade de pratos que tem como o pescado são de encher os olhos, como o arroz de polvo, camarão no coco, caranguejada, torta capixaba e as diversidades de moquecas. Dos pratos, o mais conhecido e com fama internacional é a Moqueca Capixaba. 

Moqueca Capixaba - Ilha do Caranguejo - Jardim Camburi (Vitória/ES)

Embora a moqueca seja um prato bem conhecido na costa brasileira, é em terras espirito santenses que ela ganha temperos únicos - que por sua vez, destacam o sabor do peixe e camarão presentes na panela de barro (patrimônio cultural capixaba com registro no IPHAN). É também no Espírito Santo que a Moqueca Capixaba ganha uma acompanhante que fazem muitos se apaixonar - a Moqueca de Banana da Terra.


Mas o que tem nessa Moqueca Capixaba que faz ela ser tão especial?

Pois bem, o primeiro item a ser considerado na Moqueca Capixaba e na Panela de Barro. Aqui, só se faz moqueca (e também serve-se os acompanhamentos) em panelas de barro. Devido a sua espessura e propriedades, além de fazer que o cozimento dos ingredientes seja no tempo devido, ela também realça os sabores. A moqueca não leva água, o que faz com que o cozimento deva ser lento, para que o peixe alcance a textura ideal sem ficasr desmanchando na panela. Outros ingredientes da moqueca capixaba são a cebola branca, tomate, azeite de oliva, colorau, pimenta, cebolinha verde, coentro, sal e o peixe. Para incrementar, o camarão também é muito utilizado. Observe que não são muitos ingredientes, com o intuito de não sobrepor os temperos ao gosto da carne.

Moqueca Capixaba - Teresão - Ilha das Caieiras (Vitória)

Para acompanhar a Moqueca Capixaba, arroz branco, pirão e a famosa Moqueca de Banana da Terra. Segundo conta as histórias, a Moqueca de Banana foi uma "alternativa" encontrada pelo Sr. Nhozinho (Mestre Moquequeiro Capixaba) ao ter que servir nosso prato típico a um grupo de indianos, que estavam a negócios no Estado. Como eles eram vegetarianos, a solução encontrada foi fazer a nossa tradicional moqueca, trocando o peixe pela banana da terra. Logo, esse prato fez o maior sucesso e passou a integrar os acompanhamentos da Moqueca Capixaba - entretanto, em alguns restaurantes pode-se pedir apenas ela.

Pirão e Moqueca de Banana da Terra - Ilha do Caranguejo - Jardim Camburi (Vitória/ES)

Comer Moqueca Capixaba combina tanto com um almoço em família como aquela refeição gostosa a beira da praia. Em Meaípe (Guarapari), a gente já provou e aprovou a Moqueca do Gaeta. Em Vitória, as opções são o famoso Pirão, o Ilha do Caranguejo, o Partido Alto, o Bar e Restaurante do Bigode, o Kiosque do Alemão e os restaurantes da Ilha das Caieiras.

Vista do Teresão - Ilha das Caieiras - Vitória/ES

Vista do Gaeta - Meaípe - Guarapari/ES
E a Torta Capixaba?

Agora outro prato bem tipico do Espírito Santo e praticamente presente em todas as casas nas Sextas-feiras da Paixão é a Torta Capixaba. Neste prato, o bacalhau (de influência portuguesa) junta-se aos frutos do mar (sururu, ostra, caranguejo, siri e camarão) e ao peixe (geralmente badejo) e com os temperos (cebola branca, tomate, alho, azeitona, cebolinha verde, coentro, limão e azeite de oliva) e o palmito dão origem a uma torta macia, de sabor marcante e bem leve. 


Sr. Nhozinho (Gaeta) e a tradicional Torta Capixaba - Meaípe (Guarapari/ES)

Apresentação de André Cicilioti da Torta Capixaba  no Recanto da Pedra - Iriri (Anchieta/ES)

Restaurante Recanto da Pedra - Iriri - Achieta/ES

A procura pelos ingredientes da torta nos dias que antecedem a semana santa é grande, e é possível encontrar muitos ambulantes vendendo palmito. Também é comum ver restaurantes e padarias aceitando encomenda para esta delícia, tão tradicional na mesa do capixaba nesta época.

Agora que tal conferir outros posts que também tratam das regionalidades da culinária? Segue uma listinha marota para ler e já escolher qual será o próximo destino!

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24 julho, 2018

Onde comer na Serra do Cipó - MG

Que a Serra do Cipó é um lugar especial neste Brasilzão a gente não precisa nem ressaltar, mas que lá estamos muito bem servidos quando o assunto é comida é bom contar um pouquinho!


Um pouco da Serra do Cipó - MG (Foto do Mirante)

Raramente olho antecedência o que comer no lugar que estou indo conhecer. Mas como nada é estático, ultimamente venho pesquisando por lugares que possa ter uma experiência legal ao invés de simplismente comer algo e não agridir o bolso.

Minha principal ferramenta neste quesito vem sendo o TripAdvisor, onde coloco onde estou e procuro pelas opções que dão para ir a pé. Mas buscar um pouco o que os locais e blogs que já foram na região estão indicando vem ganhando espaço, visto que as vezes um deslocamento rápido de Uber já pode permitir uma experiência a mais.

E com esta vibe, vou contar aqui nossas experiências gastronomicas pela Serra do Cipó. Os restaurantes estão em ordem cronológica de visita, e nem sempre terá fotos dos pratos (vez ou outra a fome era maior que a lembrança de tirar uma foto e compartilhar por aqui).


- Dente de Leão Botequim

Localizado em uma 'pequena galeria' juntamente com outros estabelecimentos, o destaque para o Dente de Leão vai para o tempero da comida - divino! Escolhemos uma mesa na parte de fora do restaurantes, permitindo que observassemos Manoela enquanto ela brincava (existe ali um balanço e um escorregador). Nossa escolha foi o Tutu a Mineira (R$45,00) + uma porção de arroz (R$12,00). O prato nos serviu muito bem, e saímos satisfeitos com a escolha. No local também há opção de cervejas artesanais, para os apreciadores.  


Tutu a Mineira - Dente de Leão Botequim - Serra do Cipó - MG

Tutu a Mineira (bifes de porco) - Dente de Leão Botequim - Serra do Cipó - MG

- Almoço próximo a Estação Turística Serra Morena

Quanto estavámos indo para a Serra Morena, fomos abordados por um senhor fazendo a propaganda de um restaurante próximo a entrada da Estação. Os preços dos pratos executivos eram atrativos (por volta de 12 reais a combinação mais simples). Resolvemos parar ali para almoçar (ao invés de aproveitar o restaurante do complexo). A comida é simples, porém muito saborosa. Os sucos são feitos direto da fruta, e para quem quizer continuar a diversão na parte da tarde, pode descer e ficar tomando banho no rio ou andar de caiaque. Nós, como ficamos até o máximo suportável na Serra Morena, chegamos tarde (por volta das 15 horas) no restaurante (que não lembro por nada o nome), e não tinha mais muitas opções. Devido a hora, almoçamos e descansamos, não curtindo o que o local oferecia além da sombra da mangueira sob a qual almoçamos. 


Almoço próximo à Estação Serra Morena - Serra do Cipó - MG

- Restaurante Panela de Pedra

O Panela de Pedra fica localizado num complexo com outros restaurantes, ateliers, lojas de artesanato e lembranças. Ele é facilmente identificado por ficar próximo a uma estátua do Juquinha. Aqui as delicias mineiras são a especialidade da casa, que além de um cardápio recheado de delicias conta também com uma mesa que é uma tentação que só para os amantes de doces. Pedimos uma porção de filé com fritas e feijão tropeiro mais uma porção de arroz (em torno de R$70,00 reais), que veio muito bem servida. Na escolha da mesa, sentamos em uma próximo a um escorregador que tinha na 'rua' do complexo (para Manu poder brincar até a hora de jantar). A decoração do restaurante também é uma graça, e só deixa mais gostoso o momento ali.


Complexo de Lojas próximo ao Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Lojas próximas ao Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Detalhe do banheiro do restaurante Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Detalhes da decoração do Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Nossa escolha para o jantar - Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Filé com fritas + tropeiro + arroz - Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

Mesa das tentações - Panela de Pedra - Serra do Cipó - MG

- Pizzaria Forno da Serra

Havíamos passado o dia no Parque Nacional Serra do Cipó, e estávamos com muita fome - e vontade de comer pizza. Entramos em outro complexo de lojas (praticamente em frente ao do dia anterior) e logo gostamos na 'cara' da Pizzaria Forno da Serra. Como a promessa (que foi cumprida) era de pizza rápida, ali mesmo sentamos e pedimos uma calabresa. Pizza gostosa, de massa crocante e recheio farto. Na casa também tem uma carta de vinho (que devido ao cansaço fisíco, preferimos não apreciar) e opções de sobremesa 'conjugadas' com uma sorveteria do complexo. As pizzas variavam em torno de R$45,00 reais, e a sobremesa por volta de R$13,00 reais.


Manu curtindo com o quadro do Forno da Serra - Serra do Cipó - MG

Gostamos bastante das nossas escolhas gastronômicas. Tinhamos que agradar além do nosso paladar, o da Manu - que aceitou bem as opções. Nem sempre consegui tirar as fotos dos pratos (ainda no processo de aprendizagem), mas espero ter conseguido ao menos passar um pouco do lugar.

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27 julho, 2017

Santa Teresa: Roteiro de 2 dias para aproveitar a cidade

Com cerca de 40% do seu território coberto pela Mata Atlântica e a 650 metros de altitude, o município capixaba de Santa Teresa possui grande biodiversidade e também é conhecida como 'beija-flor' do Espírito Santo, devido a abundância destes colibris. Destaca-se também ter sido onde nasceu e viveu Augusto Ruschi, cientista capixaba responsável por estudos com os beija-flores e preservação da Mata Atlântica.

Além da abundância natural, Santa Teresa também se destaca por ser reconhecida como a primeira cidade brasileira de colonização Italiana - fortemente observada na sua arquitetura, gastronomia e costumes.


Vem!

E pensando no que a cidade tem a ofertar, resolvemos fazer um roteiro de 2 dias para curtir esta cidade capixaba. Mas, alguns poréns foram considerados em fechar as dias. São eles:

- A viagem será feita de carro (infelizmente, ainda não é possível acessar todos os pontos aqui listados indo até Santa Teresa de Busão);
- Você, caro leitor que pretende fazer este roteiro, não é muito ligado no número de atrações a visitar, e sim em aproveitar cada atração;
- Este roteiro é perfeitinho para um final de semana, pois algumas atrações ainda não abrem durante a semana - como os restaurantes indicados para almoço.
- E por fim, aprecia parar para comer - afinal, conhecer um bom restaurante também é uma atração, e na culinária local a gente descobre também os sabores do lugar!

E para a viagem já ter todo o conforto desde o início, a #dicatop é reservar a pousada com antecedência. Embora a oferta turística em Santa Teresa seja boa, achar uma pousada ou hotel que agrade a gente nem sempre é uma tarefa fácil.

Das vezes que fomos em Santa Teresa, em apenas uma ficamos hospedados em pousada. A escolhida foi a Pousada Santa Lúcia. A Pousada Santa Lúcia é de fácil acesso - está localizada na Rodovia Josil Espindula Agostini, estrada de acesso a Santa Teresa vindo por Fundão. Ela dista cerca de 15 km do centro de Santa Teresa, mas compensa a distância pelo esmero do jardim e área externa. Os chalés são aconchegantes, e contam com bons cobertores para o frio que pode fazer na região. Mais informações, tem aqui!

Mas outros blogueiros capixabas também já escreveram sobre a hospedagem na terra dos colibris. As dicas do Guia Capixaba são a Pousada São Lourenço e a Pousada Vita Verde. O Terra Capixaba indica o Hotel Solar dos Colibris,  o Capixaba na Estrada o Chalé da Mata e por fim, mas não menos prestigiado, o Rotas Capixabas indica diversas opções de hospedagem, que já dão vontade de subir para Santa Teresa! 

Hospedagem reservada, hora de pensar no que fazer! Partindo de Vitória, Santa Teresa fica a cerca de 80 km de distância - isso dá algo em torno de 1h30 de viagem. Assim, saindo de Vitória por volta das 9 horas, chega-se em Santa Teresa com tempo para aproveitar parte da manhã!

Em Santa Teresa, dois são os circuítos turísticos já instituídos: o Caravaggio e o Colibris. O Circuito Caravaggio já está mais consolidado do que o Colibris, possui mais coisas para fazer e ocupa facilmente um dia. Por isso, a #dica é aproveitar o sábado para percorrer o Circuito Caravaggio. Antes de acessar o Circuito Caravaggio e no caminho para este é possível parar para conhecer a Casa Lambert - Museu Dell Immigrante Italiano. Construída em 1875, é tida como a primeira casa de Santa Teresa. 

O acesso ao Circuito Caravaggio é bem sinalizado, e conta com um portal para ninguém ter dúvida que está nele. A primeira parada sugerida é na Cantina e Ristorante Romanha. Ali é possível conhecer e comprar alguns produtos de artesanato local, além do vinho de produção local. Caso já esteja com fome, aqui também já é uma boa opção para almoço, que possui um cardápio de dar água na boca. 


 Circuito Caravaggio


Entrada do Circuito Caravaggio

Cantina e Ristorante Romanha

Um pouco mais a frente têm-se a Casa dos Espumantes. Ali é possível apreciar os espumantes e licores da casa, além de ver as parreiras da propriedade. O local é muito bonito e bem conservado. Rende ótimas fotos!


 Entrada

 Casa dos Espumantes

 Parreiras

Considerando que o almoço foi no Romanha, e que já são algo em torno das três da tarde, a dica aqui é ir apreciar o final de tarde na Rampa de Voo Livre Amaury Fernandes. O visual de lá é fantástico, e para os amantes do parapente, dá para agendar um voo com o Mizinho (27 99848-6734). 


 Vista da Rampa de Voo Livre

Descendo da rampa e com o coração em paz, hora de fazer uma rápida parada na Igreja Nossa Senhora de Caravaggio. A capela é pequena e encantadora. Vale parar ali uns minutinhos.


 Igreja Nossa Senhora do Caravaggio

Para finalizar o Circuito, a dica é fazer uma parada na Vinícola Tomazelli. O atendimento ali é ímpar, além da possibilidade de degustar o vinho da casa e conhecer um pouco sobre a sua produção. 

 Vinícola Tomazelli

Finalizado o primeiro dia de Santa Teresa, hora de aproveitar a noite. E aqui a dica é aproveitar a Rua de Lazer. Na Rua de Lazer é possível encontrar uma diversidade de bares e restaurantes, para todos os gostos e bolsos. Dentre as opções, a nossa sugestão vai para o Taberna Lounge, que conhecemos na última vez que estivamos em Santa Teresa. Na casa há opções tanto de petiscos quanto de pratos mais elaborados, cervejas artesanais e vinhos diversos. A deco traz a referência do medieval, mas os beija-flores também dão o ar da graça.


 Deco que aproxima

 A rusticidade medieval e a beleza dos colibris

Para o segundo dia, a dica é começar conhecendo o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (que tornou-se em 2014 o Instituto Nacional da Mata Atlântica). Criado em 1949 pelo Augusto Ruschi, os atuais objetivos do Museu são a educação ambiental, a preservação da memória de Augusto Ruschi e colecionar espécies de plantas e animais com fins de pesquisa científica (fino, né?). E o que fazer no Mello Leitão? Hora, as opções são muitas. Geralmente é possível apreciar alguma exposição que está dando o ar da graça por ali, e depois, ir ver as coleções de animais da mata atlântica expostos. Dá também para conhecer um tico da história do Augusto Ruschi, e se tiver disposição, andar um pouco pelo verde que é preservado na área do Museu, e ir conhecer além dos animais que ali encontram abrigo, como Araras, Cobras e Macacos, os colibris.

A entrada é gratuita, e o Museu Prof. Biologia Mello Leitão fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Lá não tem lanchonetes, mas quanto a bebedouro e banheiro, tudo certo. O tempo sugerido para aproveitar esta atração é de 3 horas. 

 Entrada do Museu

 Uma singela homenagem ao Mello Leitão

 Conhecendo o Mello Leitão

 Araras queridas! 

 A gente até tenta tirar uma foto...

Ali pertinho dele tem a Praça Augusto Ruschi. De acordo com a época do ano que você a visita, o cenário muda. E isso se dá devido as cores e floração das plantas que ornamentam a praça. Como uma típica praça de cidade do interior, observamos bancos e boas sombras ali. Sentar na praça e observar os pássaros que nela vão buscar alimento é um bom exercício de paciência. Mas caso tenha por perto uma criança sapeca, você irá literalmente medir a praça - vai conhecer cada cantinho dela, observar as diferentes cores de rosas e quanta riqueza ela guarda.

 O coreto da cidade!

 Os jardins se preparando para a primaveira

 Ruschi e o Beija-Flor

Após conhecer o Museu Mello Leitão e a Praça Augusto Ruschi, já deve estar perto da hora do almoço.E dando continuidade aos Circuitos, a dica aqui é aproveitar um pouco do Circuito Colibris.  E aqui a sugestão é conhecer o belíssimo A Dona da Casa. Com uma pegada rural, o restaurante surpreende da sua decoração, acolhedora, aos pratos, que tem um sabor único. Ver no cardápio itens como ovos caipiras fritos só somam como lugar. Aliás, uma das coisas que bem gostei lá foi que os pratos principais (para dois mas que comem tranquilamente três) têm todos o mesmo preço - que faz a gente escolher o que quer de fato comer!

 Circuito Colibris

 Tentando uma pose com a pequena

 Uma das delícias do A Dona da Casa

 Visu para o almoço

 Perdição TOTAL

Já pensando no retorno, agora as dicas vão se afastando do centro de Santa Teresa, e de encontro com o caminho de volta. Na estrada que liga Santa Teresa a Fundão, a Rodovia Josil Espindúla, tem dois pontos de paradas obrigatórios.

O Memorial Casa de Cedro remonta a colonização italiana em Santa Teresa, como foi a vinda destes para o Brasil e o estilo de vida que levavam em terras tupiniquins. Além de cômodos decorados, o charme do local vai todo (na nossa opinião) para o Caminho do Imigrante, que é uma rota gostosa de percorrer. O Memorial conta ainda com algumas das obras da artista capixaba Myrian Loureiro, assim como seus troféus e medalhas. A entrada custa R$10,00 (dez reais - Jul/2017), e super compensa.

 Um pouco do Memorial

 E cenário e a arte

 Caminho do Colono - Casa

 Caminho do Colono - Paiol

 Caminho do Colono

 E as cores da bandeira italiana até nas flores


Por fim, uma parada para  um café e conhecer os famosos biscoitos da região, os Claid's, que é em frente ao Memorial. Nesta super loja, é possível conhecer e provar as variedades de biscoitos fabricadas, além de outros produtos da região. Na Lanchonete, opções de café, capuccino e chocolate quente só somam com alguns biscoitos e bolos que ali estão a venda.

 Lanchonete da Claid's

 Loja

 Fachada

E aqui termina o roteiro de 2 dias para aproveitar Santa Teresa. Em outros posts contamos um pouco da nossa experiência nesta encantadora cidade. Para ler, só clicar aqui e aqui. Outras dicas podem ser conferidas no Descortinando Horizontes e no Rotas Capixabas. Recomendo a leitura de ambos!


Este post faz parte de uma blogagem coletiva em que alguns sites de turismo se juntaram para divulgar algumas cidades do Espírito Santo em um roteiro de 2 dias. O nosso roteiro apresenta Santa Teresa, mas também tem outros roteiros divulgando Vitória, Serra, Guarapari, Vila Velha e Marataízes. Confira nos links a seguir os demais posts:
Essa é uma iniciativa do coletivo Capixabas Indicam. Siga o @capixabasindicam no Instagram e no Facebook para continuarem conhecendo os diversos cantos do Espírito Santo.

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