16 abril, 2018

Um encanto de Prainha no Morro da Pescaria - Guarapari - ES

Quando a gente vai num lugar bonito, a vontade é sempre voltar. E com a Praia do Ermitão, em Guarapari, não foi diferente. E numa destas idas a Praia, que fica no Parque Morro da Pescaria, resolvemos explorar um pouco mais o entorno da praia.

Pelo lado direito, já apresentamos no post acima, existem duas piscinas naturais principais, que se formam na rocha, na maré alta recebem peixes e outros animais marinhos, que podemos apreciar na maré baixa.

Entretanto, na última ida ao Morro da Pescaria, resolvemos explorar um pouco o lado esquerdo da formação rochosa que tem no Ermitão, e depois de caminhar cerca de 10 minutos, a surpresa não poderia ser melhor: uma prainha de conchas, com águas translúcidas e deliciosas!

Prainha das Conchas


O fundo da prainha é de conchas, e por não tê-la visto no 'mapa' do Morro da Pescaria, a batizamos de Praia das Conchas (muito original, por sinal). Suas águas são geladas, e por ter uma espécie de barreira de pedras, só vem o espraiamento das ondas para ela - uma delícia. 

 Manu curtindo a prainha por nós recém-descoberta


A prainha não chega a ter um metro de profundidade, o que torna ainda mais fascinante apreciar o seu fundo e a transparência de suas águas. O seu entorno é todo de rocha, e por isso fixar sombrinha ali não é uma tarefa a ser considerada. Também acrescento aqui que não há árvores grandes de forma a produzir sombra no seu entorno imediato. 

Chegar ali com Manu não foi a tarefa mais difícil, mas também  está longe de ser a mais fácil. Como o caminho e sobre rochas, um chinelo cai bem, além de proteção solar das mais diversas formas (blusa com proteção, protetor solar, chapéu e afins). 

Caminho


Caso queira ficar mais ali do que na Praia do Ermitão, a dica é levar mantimentos, e também uma sacola para trazer o lixo ali produzido, visto que nesta prainha não há lixeiras. No mais, é aproveitar o local!


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26 setembro, 2017

Parada de Ibiraçu e Pastelaria Califórnia - opções na BR101

A cultura de um lugar esta diretamente relacionada a sua gastronomia. Aqui no ES, principalmente na região metropolitana, o forte é a Moqueca Capixaba preparada em panela de barro, como já contamos aqui e aqui. Entretanto, quando viajamos pela BR101 em direção ao norte do Estado, o que reina são os Pasteis com Caldo de Cana.

O queridinho da BR101

E neste nicho pasteleiro, as paradas obrigatórias são a Parada de Ibiraçu e Califórnia Pastelaria e Caldo de Cana. Ambas possuem localização em Ibiraçu, as margens da BR101 e a cerca de 60 km da capital capixaba.

Saindo de Vitória em direção ao norte do Estado pela BR101, a Parada de Ibiraçu está localizada a direita da BR101. Alguns são os outdoors avisando que está se chegando a este paraíso da BR. Assim é difícil passar despercebido pela Parada. Logo na frente da Lanchonete - que funciona 24 horas por dia - é possível ver sua logo se materializada num avião entre as castanheiras que funcionam como sombra para os carros que ali param.  

Parada de Ibiraçu - entrada

Além os pasteis e caldos de cana, é possível encontrar outras tantas coisas para se deliciar ali, que vão desde pedaços de queijo a pão com linguiça. Dos quitutes empacotados para carregar durante a viagem, além dos biscoitos já conhecidos dos supermercados, ainda há outros mais artesanais, como bananas da terra chips (amo!), batata e mandioca chips e biscoitos.

Mas para quem acha que parou aí, ledo engano. Alguns objetos que remontam a outra década também podem ser encontrados por ali, como uma diversidade de máquinas de escrever, relógios e utensílios diversos. Também é possível observar alguns objetos que remontam a vida do campo, como selas e tachos.

Utensílios antigos em exposição na Parada de Ibiraçu

Hora de abastecer?

Qual destas já conheceu?

Para quem curte uma montaria

Tachos

Não bastante, ainda é possível encontrar na Parada de Ibiraçu alguns produtos locais, como café, fubá, salaminho e alguns tipos de queijo. Orquídeas também são encontradas por ali, estrategicamente localizadas ao lado de dois super heróis.

Produtos locais

Produtos locais e alguns tantos adicionais

Salames e queijos expostos na Parada de Ibiraçu

Orquídeas da Parada de Ibiraçu
Para ninguém se sentir desprotegido

Um pouco mais a frente da Parada de Ibiraçu, encontramos a Califórnia. Tem lanchonete nos dois lados da BR, mas pessoalmente prefiro a que fica do lado esquerdo da BR101 para quem está saindo de Vitória com rumo ao Norte do ES. 


E o porque de preferir esta unidade? Ela me parece mais ampla e arejada, tem estacionamento mais fácil, floricultura do lado e o chorinho no caldo de cana. Aqui não teremos a variedade de peças expostas quanto na Parada de Ibiraçu, mas sim um super aquário que encanta qualquer criança (e as vezes, adulto também).


Pastel com caldo da Califórnia

Um aquário de respeito

Na Califórnia também é possível encontrar produtos da região, panelas de barro e alguns tipos de carnes tidas como exóticas, tipo a de rã. As opções de lanche também vão além do pastel com caldo - embora este seja unanimidade dos pedidos. E para levar durante a viagem, além dos biscoitos já conhecidos, tem doces diversos e de lamber os dedos.


Produtos da região

Panelas de barro e outros objetos de decoração

Produtos do ES

Um pouco mais de produtos da região

Se ficou na dúvida onde parar quando passar pela BR101, é fácil solucionar: na ida, pare em uma, e na volta, em outra. Assim aproveita o melhor dos dois lugares!



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19 agosto, 2017

Ruínas da Igreja Nossa Senhora de Belém - Viana (BR101)

Sempre que passávamos pela parte que a BR101 cruza o bairro de Jucu, em Viana, as ruínas que ali se localizam chamava nossa atenção. E num belo dia, voltando de Guarapari, resolvemos fazer um pitstop e enfim conhecer as Ruínas da Igreja de Nossa Senhora de Belém.

Perfil das Ruínas da Igreja Nossa Senhora de Belém, localizada em Viana - ES


Construída em 1780 por Torquato Martins de Araújo (proprietário na época da Fazenda onde esta se localiza), a Igreja Nossa Senhora de Belém destaca-se pelo porte e arquitetura colonial. Em 1880, a Igreja sofreu um incêndio. De acordo com o Guia Turístico e Comercial, houveram tentativas de restauro em 1942 e 1951, mas sem sucesso. Entretanto, as ruínas foram utilizadas para festividades até o início do século XX. Devido a sua importância como simbolo da arquitetura colonial no ciclo da produção de cana-de-açúcar, em Novembro de 1993 foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura. 


Vista frontal das Ruínas de Belém

Outro perfil das Ruínas de Belém - observe os detalhes da construção e torre

Arco da parte de trás das Ruínas - e detalhes do telhado
Interior das Ruínas de Belém
Área externa das Ruínas de Belém
Nós

O passeio pelas Ruínas não chega a demorar 30 minutos. Devido a este fato, a sugestão é aproveitar algum dia que estiver passando por aquele trecho da BR101 para conhece-las. Caso esteja saindo de Vitória em direção a Guarapari, a entrada para as Ruínas de Belém fica no Km 309 da BR101 Sul,
 em uma das entradas para o bairro de Araçatiba, no lado direito da pista. Após entrar por este trevo, basta subir uma ladeira que fica a direita - observando a altura da BR101, é fácil de achar, pois as Ruínas de destacam.

Também é possível encontrar informações a respeito das Ruínas da Igreja Nossa Senho de Belém nos blogs Guia Capixaba e Capixaba da Gema. Que tal dar uma conferida na opinião deles?

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27 julho, 2017

Santa Teresa: Roteiro de 2 dias para aproveitar a cidade

Com cerca de 40% do seu território coberto pela Mata Atlântica e a 650 metros de altitude, o município capixaba de Santa Teresa possui grande biodiversidade e também é conhecida como 'beija-flor' do Espírito Santo, devido a abundância destes colibris. Destaca-se também ter sido onde nasceu e viveu Augusto Ruschi, cientista capixaba responsável por estudos com os beija-flores e preservação da Mata Atlântica.

Além da abundância natural, Santa Teresa também se destaca por ser reconhecida como a primeira cidade brasileira de colonização Italiana - fortemente observada na sua arquitetura, gastronomia e costumes.


Vem!

E pensando no que a cidade tem a ofertar, resolvemos fazer um roteiro de 2 dias para curtir esta cidade capixaba. Mas, alguns poréns foram considerados em fechar as dias. São eles:

- A viagem será feita de carro (infelizmente, ainda não é possível acessar todos os pontos aqui listados indo até Santa Teresa de Busão);
- Você, caro leitor que pretende fazer este roteiro, não é muito ligado no número de atrações a visitar, e sim em aproveitar cada atração;
- Este roteiro é perfeitinho para um final de semana, pois algumas atrações ainda não abrem durante a semana - como os restaurantes indicados para almoço.
- E por fim, aprecia parar para comer - afinal, conhecer um bom restaurante também é uma atração, e na culinária local a gente descobre também os sabores do lugar!

E para a viagem já ter todo o conforto desde o início, a #dicatop é reservar a pousada com antecedência. Embora a oferta turística em Santa Teresa seja boa, achar uma pousada ou hotel que agrade a gente nem sempre é uma tarefa fácil.

Das vezes que fomos em Santa Teresa, em apenas uma ficamos hospedados em pousada. A escolhida foi a Pousada Santa Lúcia. A Pousada Santa Lúcia é de fácil acesso - está localizada na Rodovia Josil Espindula Agostini, estrada de acesso a Santa Teresa vindo por Fundão. Ela dista cerca de 15 km do centro de Santa Teresa, mas compensa a distância pelo esmero do jardim e área externa. Os chalés são aconchegantes, e contam com bons cobertores para o frio que pode fazer na região. Mais informações, tem aqui!

Mas outros blogueiros capixabas também já escreveram sobre a hospedagem na terra dos colibris. As dicas do Guia Capixaba são a Pousada São Lourenço e a Pousada Vita Verde. O Terra Capixaba indica o Hotel Solar dos Colibris,  o Capixaba na Estrada o Chalé da Mata e por fim, mas não menos prestigiado, o Rotas Capixabas indica diversas opções de hospedagem, que já dão vontade de subir para Santa Teresa! 

Hospedagem reservada, hora de pensar no que fazer! Partindo de Vitória, Santa Teresa fica a cerca de 80 km de distância - isso dá algo em torno de 1h30 de viagem. Assim, saindo de Vitória por volta das 9 horas, chega-se em Santa Teresa com tempo para aproveitar parte da manhã!

Em Santa Teresa, dois são os circuítos turísticos já instituídos: o Caravaggio e o Colibris. O Circuito Caravaggio já está mais consolidado do que o Colibris, possui mais coisas para fazer e ocupa facilmente um dia. Por isso, a #dica é aproveitar o sábado para percorrer o Circuito Caravaggio. Antes de acessar o Circuito Caravaggio e no caminho para este é possível parar para conhecer a Casa Lambert - Museu Dell Immigrante Italiano. Construída em 1875, é tida como a primeira casa de Santa Teresa. 

O acesso ao Circuito Caravaggio é bem sinalizado, e conta com um portal para ninguém ter dúvida que está nele. A primeira parada sugerida é na Cantina e Ristorante Romanha. Ali é possível conhecer e comprar alguns produtos de artesanato local, além do vinho de produção local. Caso já esteja com fome, aqui também já é uma boa opção para almoço, que possui um cardápio de dar água na boca. 


 Circuito Caravaggio


Entrada do Circuito Caravaggio

Cantina e Ristorante Romanha

Um pouco mais a frente têm-se a Casa dos Espumantes. Ali é possível apreciar os espumantes e licores da casa, além de ver as parreiras da propriedade. O local é muito bonito e bem conservado. Rende ótimas fotos!


 Entrada

 Casa dos Espumantes

 Parreiras

Considerando que o almoço foi no Romanha, e que já são algo em torno das três da tarde, a dica aqui é ir apreciar o final de tarde na Rampa de Voo Livre Amaury Fernandes. O visual de lá é fantástico, e para os amantes do parapente, dá para agendar um voo com o Mizinho (27 99848-6734). 


 Vista da Rampa de Voo Livre

Descendo da rampa e com o coração em paz, hora de fazer uma rápida parada na Igreja Nossa Senhora de Caravaggio. A capela é pequena e encantadora. Vale parar ali uns minutinhos.


 Igreja Nossa Senhora do Caravaggio

Para finalizar o Circuito, a dica é fazer uma parada na Vinícola Tomazelli. O atendimento ali é ímpar, além da possibilidade de degustar o vinho da casa e conhecer um pouco sobre a sua produção. 

 Vinícola Tomazelli

Finalizado o primeiro dia de Santa Teresa, hora de aproveitar a noite. E aqui a dica é aproveitar a Rua de Lazer. Na Rua de Lazer é possível encontrar uma diversidade de bares e restaurantes, para todos os gostos e bolsos. Dentre as opções, a nossa sugestão vai para o Taberna Lounge, que conhecemos na última vez que estivamos em Santa Teresa. Na casa há opções tanto de petiscos quanto de pratos mais elaborados, cervejas artesanais e vinhos diversos. A deco traz a referência do medieval, mas os beija-flores também dão o ar da graça.


 Deco que aproxima

 A rusticidade medieval e a beleza dos colibris

Para o segundo dia, a dica é começar conhecendo o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão (que tornou-se em 2014 o Instituto Nacional da Mata Atlântica). Criado em 1949 pelo Augusto Ruschi, os atuais objetivos do Museu são a educação ambiental, a preservação da memória de Augusto Ruschi e colecionar espécies de plantas e animais com fins de pesquisa científica (fino, né?). E o que fazer no Mello Leitão? Hora, as opções são muitas. Geralmente é possível apreciar alguma exposição que está dando o ar da graça por ali, e depois, ir ver as coleções de animais da mata atlântica expostos. Dá também para conhecer um tico da história do Augusto Ruschi, e se tiver disposição, andar um pouco pelo verde que é preservado na área do Museu, e ir conhecer além dos animais que ali encontram abrigo, como Araras, Cobras e Macacos, os colibris.

A entrada é gratuita, e o Museu Prof. Biologia Mello Leitão fica aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Lá não tem lanchonetes, mas quanto a bebedouro e banheiro, tudo certo. O tempo sugerido para aproveitar esta atração é de 3 horas. 

 Entrada do Museu

 Uma singela homenagem ao Mello Leitão

 Conhecendo o Mello Leitão

 Araras queridas! 

 A gente até tenta tirar uma foto...

Ali pertinho dele tem a Praça Augusto Ruschi. De acordo com a época do ano que você a visita, o cenário muda. E isso se dá devido as cores e floração das plantas que ornamentam a praça. Como uma típica praça de cidade do interior, observamos bancos e boas sombras ali. Sentar na praça e observar os pássaros que nela vão buscar alimento é um bom exercício de paciência. Mas caso tenha por perto uma criança sapeca, você irá literalmente medir a praça - vai conhecer cada cantinho dela, observar as diferentes cores de rosas e quanta riqueza ela guarda.

 O coreto da cidade!

 Os jardins se preparando para a primaveira

 Ruschi e o Beija-Flor

Após conhecer o Museu Mello Leitão e a Praça Augusto Ruschi, já deve estar perto da hora do almoço.E dando continuidade aos Circuitos, a dica aqui é aproveitar um pouco do Circuito Colibris.  E aqui a sugestão é conhecer o belíssimo A Dona da Casa. Com uma pegada rural, o restaurante surpreende da sua decoração, acolhedora, aos pratos, que tem um sabor único. Ver no cardápio itens como ovos caipiras fritos só somam como lugar. Aliás, uma das coisas que bem gostei lá foi que os pratos principais (para dois mas que comem tranquilamente três) têm todos o mesmo preço - que faz a gente escolher o que quer de fato comer!

 Circuito Colibris

 Tentando uma pose com a pequena

 Uma das delícias do A Dona da Casa

 Visu para o almoço

 Perdição TOTAL

Já pensando no retorno, agora as dicas vão se afastando do centro de Santa Teresa, e de encontro com o caminho de volta. Na estrada que liga Santa Teresa a Fundão, a Rodovia Josil Espindúla, tem dois pontos de paradas obrigatórios.

O Memorial Casa de Cedro remonta a colonização italiana em Santa Teresa, como foi a vinda destes para o Brasil e o estilo de vida que levavam em terras tupiniquins. Além de cômodos decorados, o charme do local vai todo (na nossa opinião) para o Caminho do Imigrante, que é uma rota gostosa de percorrer. O Memorial conta ainda com algumas das obras da artista capixaba Myrian Loureiro, assim como seus troféus e medalhas. A entrada custa R$10,00 (dez reais - Jul/2017), e super compensa.

 Um pouco do Memorial

 E cenário e a arte

 Caminho do Colono - Casa

 Caminho do Colono - Paiol

 Caminho do Colono

 E as cores da bandeira italiana até nas flores


Por fim, uma parada para  um café e conhecer os famosos biscoitos da região, os Claid's, que é em frente ao Memorial. Nesta super loja, é possível conhecer e provar as variedades de biscoitos fabricadas, além de outros produtos da região. Na Lanchonete, opções de café, capuccino e chocolate quente só somam com alguns biscoitos e bolos que ali estão a venda.

 Lanchonete da Claid's

 Loja

 Fachada

E aqui termina o roteiro de 2 dias para aproveitar Santa Teresa. Em outros posts contamos um pouco da nossa experiência nesta encantadora cidade. Para ler, só clicar aqui e aqui. Outras dicas podem ser conferidas no Descortinando Horizontes e no Rotas Capixabas. Recomendo a leitura de ambos!


Este post faz parte de uma blogagem coletiva em que alguns sites de turismo se juntaram para divulgar algumas cidades do Espírito Santo em um roteiro de 2 dias. O nosso roteiro apresenta Santa Teresa, mas também tem outros roteiros divulgando Vitória, Serra, Guarapari, Vila Velha e Marataízes. Confira nos links a seguir os demais posts:
Essa é uma iniciativa do coletivo Capixabas Indicam. Siga o @capixabasindicam no Instagram e no Facebook para continuarem conhecendo os diversos cantos do Espírito Santo.

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